
Antes de falar sobre o “Big Bosta Brasil”, queria compartilhar com vocês a origem do Big Brother, na prática não vai acrescentar muita coisa, mas é bom saber de tudo um pouco…
“O “Grande Irmão” (ou “Irmão Mais Velho”, em inglês: “Big Brother”) é um personagem fictício no romance 1984. Escrito por Eric Arthur Blair sob o pseudônimo de George Orwell e publicado em 8 de Junho de 1949 que retrata o cotidiano numa sociedade totalitária. O título vem da inversão dos dois últimos dígitos do ano em que o livro foi escrito, 1948. Na sociedade descrita por Orwell, todos as pessoas estão sob constante vigilância das autoridades, principalmente por teletelas (telescreen), sendo constantemente lembrados pela frase propaganda do Estado: “o Grande Irmão zela por ti” ou “o Grande Irmão está te observando” (do original “Big Brother is watching you”). Representado pela figura de um homem que provavelmente na trama não exista, vigia toda a população através das chamadas teletelas, governando de forma despótica e manipulando a forma de pensar dos habitantes.”
A origem é até interessante e aqui vocês podem encontrar todos os mínimos detalhes do tal livro.
O primeiro Big Brother, fora da versão literária, foi idealizado por um tal de John de Mol, executivo da TV holandesa. O negocio fez tanto sucesso que foi copiado em mais de 40 países, e como não podia deixar de ser, lá está o Brasil no meio deles. Ontem começou a décima edição do chamado Big Brother Brasil, e com certeza será top de linha em audiencia. Os responsáveis pela Rede Globo sabem muito bem que a maioria dos brasileros tem uma facilidade incrivel em absorver lixo televisivo e daí investem pesado no empreendimento, e no desespero pela fidelidade dos telespectadores, outras redes de televisão inventam Casas de Artistas, Fazendas, Solitarios (é esse o nome mesmo?!), e por incrivel que pareça, fazem sucesso do mesmo jeito…
Agora, pensa aqui comigo… O que é que o telespectador ganha em acompanhar a rotina de desconhecidos ou famosos na TV? O nível cultural do povo já não está dos melhores, e esse tipo de programação só afunda mais a coisa. Não é que eu ache que os brasileiros devam assistir só telejornais ou programas educativos, as vezes é bom jogar tempo foram com certas coisas que em nada acrescentam, mas “as vezes”… O tempo de duração de programa como esse é longo o suficiente para deixar o intelecto do individuo pra lá de vazio, e quando ele tenta preencher com algo substancial já é tempo de mais uma nova temporada, e lá vamos ‘nós’ mais uma vez agredir a inteligencia que Deus nos deu, como inconscientemente ’somos’ manipulados por tudo isso…
Na prática o Big Brother Brasil só é aproveitável mesmo para a Rede Globo que embolsa milhões com tamanha audiencia, a companhia telefônica que deve ganhar uma nota com a ligação dos telespectadores que gastam seus créditos pra votações de eliminação e os participantes que alem de fama ainda ganham um trocadinho extra e varios premios ao longo do programa, e “nós” que estamos aqui do outro lado da telinha, ganhamos o que mesmo?!








































