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A boca mais linda da Record!


Pois é, eu gosto muito de assistir noticiários, é bom estar por dentro do que acontece ao nosso redor, até mesmo pra ter o que falar caso surja algum papo sobre atualidades. Dia desses eu estava conversando com uma pessoa que disse que tinha ouvido falar de uma “guerra” que estava acontecendo na China ou era na Índia porque o pessoal queriam tirar o presidente que governava há uns 40 anos.

China? Índia? Por acaso não seriam os conflitos no Egito para a renúncia do presidente Hosni Mubarak que governava o país há uns 30 anos não?! Ou seria os conflitos na Líbia para a saída de Kadaf?! É, se ela prestasse mais atenção aos noticiários saberia que India e China não tem nada a ver com a “guerra” em questão…

Mas, não é exatamente sobre isso que quero falar hoje… Posso compartilhar uma coisa com vocês?! Meu noticiário preferido é a Record News, agora me perguntem o motivo dessa preferência… Ele tem a boca mais linda da TV brasileira!

Sobe a página e da uma olhada mais analítica na imagem…  A figura é o reporter Eduardo Ribeiro, assim paradão você pode até nem perceber grande coisa, mas esse homem falando, pra mim é um espetáculo, o movimento labial dele é a coisa mais fofa desse mundo. Da só uma olhada aqui neste vídeo… Fala se não é  apaixonante, fofo, sugestivo… [:P]

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O certo e o errado


O que é o certo?! O que seria o errado?! Será que dava pra fazer uma lista de alguns itens que merecessem ou não ser seguidos pela humanidade? Definir o certo e o errado nos dias de hoje parece ser uma tarefa bem difícil, dependendo da situação, até mesmo impossível. A humanidade vive um tempo onde errado mesmo é dizer que algo é errado, basta dar uma olhada no mundo lá fora pra perceber a inversão desenfreada de valores e a luta daqueles poucos que ainda tentam, sem muito sucesso, preservar a boa conduta moral. O pecado agora faz parte da grande maioria dos seres humanos, as pessoas dormem com ele, se acordam com ele, o levam ao trabalho, a escola, a universidade, e sabe o pior?! O pecado já não doi mais na consciência de “alguns”, há sempre uma justificativa para o erro cometido, e as vezes nem foi um erro né, tudo é tão relativo hoje em dia…

Alguém viu Deus por ai?! Deus?! Shhhh fala baixinho, quem vai querer saber de Deus em meio a tudo isso que está acontecendo pelo mundo afora?! Duvida?! Vá a algum lugar público com um(a) amigo(a), experimente comentar a essa pessoa que na noite passada você foi a uma festa, quer dizer, balada né, festa era no tempo da minha avó, e nessa balada você conheceu uma pessoa interessante e saiu da festa pra ir ao motel e tiveram uma noite inesquecível. Em outro local, público também, comente que você está namorando uma pessoa bem interessante há um ano, comente bem empolgada que vocês estão com planos de noivar, e que resolveram fazer sexo só depois do casamento, porque essa é a vontade de Deus para o casal. Depois me conta as reações alheias frente a essas duas situações…

Se a mulher posa nua para uma revista masculina ou fica andando por aí de micro roupa mostrando até o diâmetro do útero ela é aplaudida, errado é quando a mulher escolhe seguir a modestia e evitar o desejo alheio. Ahhh aqui quero abrir um parêntesis, não estou me referindo ao legalismo religioso que faz com que a mulher se cubra dos pés a cabeça em nome de uma modéstia que só existe na cabeça de quem a segue, me refiro as mulheres que conseguem ser extremamente elegantes e femininas, sem ter que apelar sexualmente pra isso. Não sou a favor de úteros amostra por aí, mas o outro extremo da questão também é um tanto tenso… mas… deixemos essa questão pra outro post.

O fato é que os valores hoje estão totalmente invertidos, as pessoas estão lidando com os seus erros como se eles fossem algo aceitável, algo relativo e sem perceber, a humanidade está a cada dia mais longe de Deus, e estar longe de Deus significa estar mais próximo de caminhos que conduzem a perdição, e sabe o pior de tudo isso?! Eu e você estamos incluídos nessas pessoas. Talvez não tenhamos pretensões de pousar pra uma revista pornográfica, mas enxergar isso com naturalidade não deixa de ser um passo para esse caminho de perdição, podemos não ter o hábito de frequentar baladas e ir ao motel com pessoas interessantes que podem ser encontradas lá, mas não ver nada demais nisto não é um bom sinal, e quanto aos inúmeros erros que cometemos de forma consciente e que no final das contas arrumamos uma desculpa para cometê-los mais uma vez?! E pior, quando passamos a achar que não há nada demais e que o erro está só na nossa mente preconceituosa?!

Tá bom! Tá bom! Tô com papo de velha religiosa aposentada em final de vida, mas que os nossos valores morais estão se perdendo… ahhh isso é fato!

Porque as mulheres demoram no banheiro?


Recebí esse texto via e-mail e não poderia deixar de compartilhar com vocês. Rí demais!! 😀

O grande segredo de todas as mulheres com relação aos banheiros é que quando pequenas, quem as levava ao banheiro era sua mãe. Ela ensinava a limpar o assento com papel higiênico e cuidadosamente colocava tiras de papel no perímetro do vaso e instruía: “Nunca, nunca sente em um banheiro público”  E, em seguida, mostrava “a posição“, que consiste em se equilibrar sobre o vaso numa posição de sentar sem que, no entanto, o corpo não entre em contato com o vaso.

“A Posição” é uma das primeiras lições de vida de uma menina, super importante e necessária, e irá nos acompanhar por toda a vida. No entanto, ainda hoje, em nossa vida adulta, “a posição” é dolorosamente difícil de manter quando a bexiga está estourando.

Quando você TEM  que ir ao banheiro público, você encontra uma fila de mulheres, que faz você pensar que o Bradd Pitt deve estar lá dentro. Você se resigna e espera, sorrindo para as outras mulheres que também estão com braços e pernas cruzados na posição oficial de “estou me mijando”.

Finalmente chega a sua vez, isso, se não entrar a típica mamãe com a menina que não pode mais se segurar.

Você, então verifica cada cubículo por baixo da porta para ver se há pernas.

Todos estão ocupados.

Finalmente, um se abre e você se lança em sua direção quase puxando a pessoa que está saindo.

Você entra e percebe que o trinco não funciona (nunca funciona); não importa… você pendura a bolsa no gancho que há na porta e se não há gancho (quase nunca há gancho), você inspeciona a área.. o chão está cheio de líquidos não identificados e você não se atreve a deixar a bolsa ali, então você a pendura no pescoço enquanto observa como ela balança sob o teu corpo, sem contar que você é quase decapitada pela alça porque a bolsa está cheia de bugigangas que você foi enfiando lá dentro, a maioria das quais você não usa, mas que você guarda porque nunca se sabe…

Mas, voltando à porta…

Como não tinha trinco, a única opção é segurá-la com uma mão, enquanto, com a outra, abaixa a calcinha com um puxão e se coloca “na posição”.

Alívio…… AAhhhhhh…..finalmente…

Aí é quando os teus músculos começam a tremer …

Porque você está suspensa no ar, com as pernas flexionadas e a calcinha cortando a circulação das pernas, o braço fazendo força contra a porta e uma bolsa de 5 kg pendurada no pescoço.

Você adoraria sentar, mas não teve tempo de limpar o assento nem de cobrir o vaso com papel higiênico. No fundo, você acredita que nada vai acontecer, mas a voz de tua mãe ecoa na tua cabeça “jamais sente em um banheiro público!!!” e, assim, você mantém “a posição” com o tremor nas pernas…

E, por um erro de cálculo na distância, um jato finíssimo salpica na tua própria bunda e molha até tuas meias!! Por sorte, não molha os sapatos. Adotar “a posição” requer grande concentração. Para tirar essa desgraça da cabeça, você procura o rolo de papel higiênico, maaassss, puuuuta que o pariuuuu…! O rolo está vazio…! (sempre)

Então você pede aos céus para que, nos 5kg de bugigangas que você carrega na bolsa, haja pelo menos um miserável lenço de papel. Mas, para procurar na bolsa, você tem que soltar a porta. Você pensa por um momento, mas não há opção…

E, assim que você solta a porta, alguém a empurra e você tem que freiá-la com um movimento rápido e brusco enquanto grita OCUPAAADOOOO!!!

Aí, você considera que todas as mulheres esperando lá fora ouviram o recado e você pode soltar a porta sem medo, pois ninguém tentará abrí-la novamente (nisso, as mulheres nos respeitamos muito) e você pode procurar teu lenço sem angústia. Você gostaria de usar todos, mas quão valiosos são em casos similares e você guarda um, por via das dúvidas. Você então começa a contar os segundos que faltam para você sair dali, suando porque você está vestindo o casaco já que não há gancho na porta ou cabide para pendurá-lo. É incrível o calor que faz nestes lugares tão pequenos e nessa posição de força que parece que as coxas e panturrilhas vão explodir. Sem falar da porrada que você levou da porta, a dor na nuca pela alça da bolsa, o suor que corre da testa, as pernas salpicadas…

A lembrança de tua mãe, que estaria morrendo de vergonha se te visse assim, porque sua bunda nunca tocou o vaso de um banheiro público, porque, francamente, “você não sabe que doenças você pode pegar ali”

… você está exausta. Ao ficar de pé você não sente mais as pernas. Você acomoda a roupa rapidíssimo e tira a alça da bolsa por cima da cabeça!…

Você, então, vai à pia lavar as mãos. Está tudo cheio de água, então você não pode soltar a bolsa nem por um segundo. Você a pendura em um ombro, e não sabendo como funciona a torneira automática, você a toca até que consegue fazer sair um filete de água fresca e estende a mão em busca de sabão. Você se lava na posição de corcunda de notre dame para não deixar a bolsa escorregar para baixo do filete de água… O secador, você nem usa. É um traste inútil, então você seca as mãos na roupa porque nem pensar usar o último lenço de papel que sobrou na bolsa para isso.

Você então sai. Sorte se um pedaço de papel higiênico não tiver grudado no sapato e você sair arrastando-o, ou pior, a saia levantada, presa na meia-calça, que você teve que levantar à velocidade da luz, e te deixou com a bunda à mostra!

Nesse momento, você vê o teu carinha que entrou e saiu do banheiro masculino e ainda teve tempo de sobra para ler um livro enquanto esperava por você.

“Por que você demorou tanto?” – pergunta o idiota.

Você se limita a responder: “A fila estava enorme”

E esta é a razão porque  nos  mulheres vamos ao banheiro em grupo. Por solidariedade, já que uma segura a tua bolsa e o casaco, a outra segura a porta e assim fica muito mais simples e rápido já que você só tem que se concentrar em manter “a posição” e a dignidade.

E Obrigada a todas as amigas que já me acompanharam ao banheiro.

Enquanto uns crescem, outros só afundam!


Pai nosso que estas no céu…

Uma conhecida minha quase morre porque o carinha lá que esquecí o nome foi o ganhador do Big Bosta Brother Brasil. Tá, tudo bem, é bonitinho ficar alegre com a alegria dos outros, é até bíblico né?! Mas deveria ser com a alegria de todo mundo, certo? Mas não é bem isso que eu vejo… Agora fica capaz de ‘perder as beiras’ porque o cara lá ganhou, o cara nem sabe que ela existe, e enquanto ele vai usufruir das centenas de milhares que ganhou, a anta continua aqui na miseria de cada dia. Negoção né?!

Agora fica um monte de debil com a cara grudada na TV por longos meses, dando audiencia para uma bosta que só vai dar lucro pro bolso da Rede Globo, de Pedro Bial e dos participantes do Reality Show. Porque vamos ser sinceros, o que é que o telespectador ganha com o Big Brother Brasil?! O foco é o incentivo a putaria, claro né, é ela que da audiencia… E ainda insistem em dizer que esse tipo de entretenimento é familiar… Ãhn?! Depois dessa edição eu estou até com medo de como será a próxima…

… Livrai-nos do mal. Amém!

Ϟ A queda de uma modelo Ϟ


E enquanto uns brilham nas passarelas da vida, outros só levam tombos… :shock:, mas vamos combinar que a modelo aí foi bem corajosa viu, tentar agir como se nada houvesse acontecido não é nada fácil, ainda mais com dezenas de pessoas acompanhando cada passo…

☆ Aborto: Onde está o direito da criança?! ☆


E daí que eu estava lá na minha comunidade e encontrei o pessoal comentando sobre aborto. As opiniões eram bem variadas, mas a maioria concordava com o ato, afinal, a mulher é dona do seu corpo e deve fazer dele o que bem entender, e também é melhor matar a criança do que jogá-la a mercê da sorte, certo?! Respeito a diversidade de opiniões, mas sinceramente, não consigo ver o aborto com esses mesmos olhos. As pessoas precisam dar valor a vida e acima de tudo ser responsáveis pelos seus atos e arcar com as consequencias, e não livrar-se delas, como tende a maioria. Aqui no Brasil vejo muito apelo ao sexo sem compromisso, o governo está preocupado com as doenças sexualmente transmissíveis e incentiva o povo a usar preservativos a torto e a direito. Deveria ser ensinado a preservar a familia, concordam? Mas, isso aí já é outro departamento, infelizmente já bem distante da realidade brasileira… mas enfim, há a preocupação com as DST’s mas alguém aí já viu alguma campanha de conscientização relativa a gravidez indesejada na mesma intensidade das campanhas de incentivo ao sexo sem compromisso? Os brasileiros estão sendo formados para se tornarem PhD em sexo, e detalhe: cada vez mais precocemente, mas quando o assunto é arcar com a responsabilidade de uma gravidez indesejada, a grande maioria sai pela tangente e a solução mais viável acaba sendo o aborto, até entendo o desespero decorrente de uma gravidez indesejada, o que eu não consigo entender é o egoismo e a coragem de quem vai até ao fim em um aborto. Direitos da mulher?! E o direito da criança, onde que fica em tudo isso?!

:: Ariano Suassuna e o Forró Estilizado ::


Hoje eu quero trazer para vocês uma crítica de Ariano Suassuna sobre um estilo musical bem conhedido no nosso país, principalmente por esses lados de cá do Nordeste: forró. Aos que não conhecem Ariano Suassuna, fato bem improvável ao meu ver, da uma passadinha aqui e acrescente aos seus conhecimentos. Aos que não conhecem o estilo musical chamado forró… deixa pra lá, vocês não estão perdendo grande coisa, pula essa parte e da uma olhadinha na crítica abaixo…

 

***

 

 

‘Tem rapariga aí? Se tem, levante a mão!’. A maioria, as moças, levanta a mão. Diante de uma platéia de milhares de pessoas, quase todas muito jovens, pelo menos um terço de adolescentes, o vocalista da banda que se diz de forró utiliza uma de suas palavras prediletas (dele só não, e todas bandas do gênero). As outras são ‘gaia’, ‘cabaré’, e bebida em geral, com ênfase na cachaça. Esta cena aconteceu no ano passado, numa das cidades de destaque do agreste (mas se repete em qualquer uma onde estas bandas se apresentam). Nos anos 70, e provavelmente ainda nos anos 80, o vocalista teria dificuldades em deixar a cidade.

Pra uma matéria que escrevi no São João passado baixei algumas músicas bem representativas destas bandas. Não vou nem citar letras, porque este jornal é visto por leitores virtuais de família. Mas me arrisco a dizer alguns títulos, vamos lá: Calcinha no chão (Caviar com Rapadura), Zé Priquito (Duquinha), Fiel à putaria (Felipão Forró Moral), Chefe do puteiro (Aviões do forró), Mulher roleira (Saia Rodada), Mulher roleira a resposta (Forró Real), Chico Rola (Bonde do Forró), Banho de língua (Solteirões do Forró), Vou dá-lhe de cano de ferro (Forró Chacal), Dinheiro na mão, calcinha no chão (Saia Rodada), Sou viciado em putaria (Ferro na Boneca), Abre as pernas e dê uma sentadinha (Gaviões do forró), Tapa na cara, puxão no cabelo (Swing do forró). Esta é uma pequeníssima lista do repertório das bandas.

Porém o culpado desta ‘desculhambação’ não é culpa exatamente das bandas, ou dos empresários que as financiam, já que na grande parte delas, cantores, músicos e bailarinos são meros empregados do cara que investe no grupo. O buraco é mais embaixo. E aí faço um paralelo com o turbo folk, um subgênero musical que surgiu na antiga Iugoslávia, quando o país estava esfacelando-se. Dilacerado por guerras étnicas, em pleno governo do tresloucado Slobodan Milosevic surgiu o turbo folk, mistura de pop, com música regional sérvia e oriental. As estrelas da turbo folk vestiam-se como se vestem as vocalistas das bandas de ‘forró’, parafraseando Luiz Gonzaga, as blusas terminavam muito cedo, as saias e shortes começavam muito tarde. Numa entrevista ao jornal inglês The Guardian, o diretor do Centro de Estudos alternativos de Belgrado. Milan Nikolic, afirmou, em 2003, que o regime Milosevic incentivou uma música que destruiu o bom-gosto e relevou o primitivismo est tico. Pior, o glamour, a facilidade estética, pegou em cheio uma juventude que perdeu a crença nos políticos, nos valores morais de uma sociedade dominada pela máfia, que, por sua vez, dominava o governo.
Aqui o que se autodenomina ‘forró estilizado’ continua de vento em popa. Tomou o lugar do forró autêntico nos principais arraiais juninos do Nordeste. Sem falso moralismo, nem elitismo, um fenômeno lamentável, e merecedor de maior atenção. Quando um vocalista de uma banda de música popular, em plena praça pública, de uma grande cidade, com presença de autoridades competentes (e suas respectivas patroas) pergunta se tem ‘rapariga na platéia’, alguma coisa está fora de ordem. Quando canta uma canção (canção?!!!) que tem como tema uma transa de uma moça com dois rapazes (ao mesmo tempo), e o refrão é ‘É vou dá-lhe de cano de ferro/e toma cano de ferro!’, alguma coisa está muito doente. Sem esqu ecer que uma juventude cuja cabeça é feita por tal tipo de música é a que vai tomar as rédeas do poder daqui a alguns poucos anos.

:: Os feios me desculpem… ::


… mas beleza é sim fundamental! Ela é efêmera no cotidiano, ela não quer dizer muita coisa quando precisamos de um ombro amigo e não vale nada quando o assunto é realidade da vida conjulgal, mas em um primeiro momento, mais uma vez peço desculpa aos fracos de feição, mas a beleza é essencial. Em um primeiro momento um homem não vai chamar a nossa atenção pelo seu caráter, ele pode ser o rei dos cajafestes, mas se tiver aquele perfil de galã de novela das oito, aposto os dois dentinhos da frente como não pensaríamos duas vezes para nos aproximarmos da beldade e trocar umas ideias, embora depois o ‘cafajestismo’ nos mandasse pro polo norte e fizesse com que a beleza física não valesse meio centavo, mas para o primeiro momento garanto que a harmonia nos traços físicos fariam toda diferença.

E por falar em novela… Eu não sou muito adepta das mesmas, novela vicia, e pra mim, o que vicia não faz bem, sem contar que a grande maioria das novelas só induzem o telespectador a ver com normalidade certas coisas que fogem dos princípios éticos, além disso eu trabalho a noite, mesmo que quisesse, não teria como ver novelas, então por essas e tantas outras questões, eu prefiro me manter longe da telinha, mas o fato é que eu estou de ferias, e ferias e bolso vasio é uma combinação perfeita para sala, sofá e televisão, concordam? Depois de ter passado o dia quase todo aqui na net e já com cara de notebook, resolví dar um descanso ao computador e passar tempo na frente da outra tela: a televisão. Passei pra lá, passei pra cá, passei pra lá, e pra cá de novo… acabei parando na Rede Globo, novela Viver a Vida. Noveleiras de plantão não riam de mim, mas até então eu sequer sabia que a tal novela existia. Assistí a novela todinha, não pela novela em si, mas pela perfeição em pessoa que aparecia entre uma cena e outra: Carlos Casagrande. Até então eu tambem não fazia a mínima ideia do nome da beldade e descobrir foi outra departamento, e descobri, graças a ajuda da amiga de uma amiga minha, se não fosse ela, eu estaria procurando até agora. Afinal, o Google não é tão poderoso a ponto de saber o nome de uma imagem que está em nossa mente né, e espero que nunca chegue a esse ponto! Mas enfim… que cara belo! Belo na essencia semântica da palavra. Fala serio, olhando pra um Carlos Casagrande da vida e pensando no Zé Ninguem Fraco de Feição, da pra dizer ainda que beleza não é fundamental?! Tá bom, digamos que hoje eu estou fútil e preconceituosa 😀

Bom, da uma olhada no naipe do produto e me diz se tem como ficar indiferente frente a tamanha harmonia… Ah se eu encontrasse uma beldade dessa no meu caminho… 😛

 

 

 

:: Tradução Juramentada ::


Pelas andanças blogosfericas da minha vidinha virtual encontrei um texto muito interessante sobre tradução juramentada. Aí vocês me perguntam o que tem de interessante nisso, acertei?! Pergunta a brazucada que já casou um um estrangeiro, egípcio especificamente, sobre toda a odisseia burocratica que com certeza todas elas já tiveram altas dores de cabeça e uma delas é o tal tradutor juramentado. O texto não resolve os problemas relativos a eles, mas pelo menos faz com que nós conheçamos teoricamente como que funciona a coisa. Enjoy it!

***

A tradução juramentada, como é comumente conhecida a tradução pública, e aquela feita por um tradutor público nomeado e registrado na junta comercial de seu estado de residência. Somente a tradução juramentada (pública) tem reconhecimento oficial de instituições e órgãos diversos e validade legal.

A tradução é converter o texto de uma língua estrangeira para a língua nativa do tradutor e a versão, o inverso.

A tradução juramentada pode ser feita de textos comuns, os quais não exigem a consulta de dicionários especializados, e de textos técnicos, científicos e jurídicos, ditos textos especiais, e que exigem a consulta de dicionários especializados.

Em termos de formato, a tradução pública segue um padrão próprio. Ela começa com um parágrafo contendo a identificação do tradutor público, do documento a ser traduzido e do solicitante da tradução. A seguir segue a tradução propriamente dia. Uma particularidade da tradução pública é que ela deve descrever fielmente o documento original, inclusive carimbos, selos, brasões, escudos, assinaturas e outras marcas específicas do documento. A tradução pública é encerrada com um parágrafo que diz que nada mais consta do documento e que a tradução ou versão é fiel ao original.

Via de regra, a tradução pública só é feita a partir de documentos originais, contudo, é aceitável a tradução a partir de documentos eletrônicos, como e-mails, imagens digitalizadas e faxes. Entretanto, o tradutor deve especificar tal fato no corpo da tradução e caberá ao solicitante verificar a sua aceitabilidade para os fins desejados.

Partes do documento podem ser omitidas em atendimento a pedido do solicitante; contudo, novamente, o tradutor deverá mencionar tal fato na tradução.

No caso de tradução (do idioma estrangeiro para o português, pode ser necessária a consularização do documento, isto é, a comprovação pelo consulado do país de origem do documento de sua autenticidade. A consularização é geralmente exigida para diplomas e históricos escolares e deve constar no corpo da tradução também.
Em todas as páginas devem constar o número da tradução, o número de livro de arquivamento, e das páginas e o carimbo com o nome, idiomas de trabalho e número de registro do tradutor público. Os livros de traduções deverão ser registrados na junta comercial á que o tradutor pertencer.

Fonte

:: Tarkan em português ::


Tem coisa melhor do que olharmos para algo belo, cheio de harmonia visual em cada detalhe?! Pois é, pra mim, em materia de beleza, Tarkan está entre os tops de linha, e não é apenas a beleza física não, ele também esbanja talento musical com sua voz singular e sua dança que arrepia até a alma. Dando uma fuçada por essa imensidão virtual, encontrei alguns videos dele com a tradução em português e quero compartilhá-los com vocês. Confiram:

 

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