Arquivo da categoria: Diario de Bordo – Argentina 2011

Comendo em Buenos Aires


Confesso que foi bem complicado manter o regime nesses dias de Buenos Aires, bem que eu tentei, mas…

A comida local não me encheu muito os olhos, digo, o paladar. Acho que foi o trauma do primeiro jantar… Ainda fizemos algumas buscas, mas não obtivemos muito sucesso, parece que nos colocaram no bairro mais caro da cidade. Como tínhamos pouco tempo pra aproveitar o passeio, tivemos que escolher se passariamos mais tempo procurando lugares baratos e agradáveis pra comer comida local ou se procurariamos pontos turisticos pra visitar. Da pra imaginar o escolhido né?!

Depois do enorme cano no primeiro jantar, passamos por determinado local onde encontramos um negocio lá até bem apresentável e resolvemos encarar, e depois dessa, eu definitivamente desisti da comida argentina. O prato era até bem apresentável, mas tinha um gosto nada agradável…

Como não faço questão por “comida de verdade”, optei pelos deliciosos sanduiches da Subway, e olha só a cara de felicidade ao encontrá-los lá em Buenos Aires…

 

Mas pra não dizer que não simpatizei em nada com a culinária argentina, amei de coração uns biscoitinhos chamados “alfajor”, já haviam me dito que o negócio era bom, mas não imaginei que fosse tanto. Acho que eles foram os principais culpados pelos quase dois quilos que ganhei…

Voltei pra casa com a mala cheia deles...

Não poderia também esquecer de um dos melhores sorvetes que já provei em toda minha vida… Ahh o sorvete não é argentino não, mas como foi provado lá, então vale o comentário né? 😛

Obviamente que a Argentina deve ter uma boa culinária, o fato de eu não ter gostado do que comí não quer dizer que a comida argentina em sí não presta, concordam? Digamos que nós não tivemos muita sorte na nossa procura pela comida local, os locais onde aparentavam ter algo agradável ofereciam preços absurdamente caros, e claro que não iriamos cometer o mesmo erro que cometemos no primeiro dia. Estávamos bem mais interessados em conhecer o local como um todo do que propriamente o que a culinária nos ofereceria, por isso que achamos que não valeria a pena gastar o pouco tempo que tínhamos na busca a comida perfeita… 

Recoleta – Um passeio pelo cemitério


Já visitei alguns lugares diferentes pelo mundo afora, mas nunca me imaginei fazendo um tour num atmosfera fúnebre, e pior, achando tudo a coisa mais fantástica do mundo! Ao decidir ir à Buenos Aires, comecei a fazer pesquisas sobre locais interessantes a serem visitados, e todo mundo recomendava o cemitério da Recoleta, e eu ficava aqui pensando com meus botões, o que fazer em um cemitério, mas tudo bem, as pessoas que recomendavam já tinham ido lá, tinham propriedade para falar a respeito, então vamos dar um voto de confiança… A atração principal do cemitério era a tumba de Eva Perón, mas falavam também que o cemitério como um todo era um espetáculo. Nos jogamos!

A entrada do cemitério já encanta com um lindo jardim…


Acostumado com aquela coisa sinistra de cemitário é até difícil acreditar que aquela entrada nos conduziria a uma atmosfera fúnebre, a principio em nada nos lembrava mortos e afins…




Ao entrar no cemitério fiquei deslumbrada com tanta arte e só acreditei mesmo que alí era um cemitério porque tinha escrito na entrada, caso contrário eu poderia jurar de pés juntinhos que estava em um museu da mais alta qualidade. Não da pra explicar com palavras… Look nas fotos:







Agora posso dizer com toda propriedade que o cemiterio da Recoleta é um ponto turistico que não pode ficar de fora do seu roteiro!

Ahh e claro que não poderia deixar de compartilhar um mico básico com vocês: nos perdemos no cemitério! Duvida?! Vem dar uma olhada…

Pegando ônibus em Buenos Aires


 

Depois de andarmos quarteirões e mais quarteirões, tirarmos fotos e mais fotos, visitarmos vários pontos turisticos interessantes, chegamos a conclusão que o caminho de volta pra “casa” estava um tanto distante e voltar a pé não seria a melhor escolha, a menos que estivéssemos dispostos a passar o resto do dia de molho no hotel com um par de calos ‘muy grande’, e claro que esse não era nosso propósito. Pegar um taxi seria a opção mais simpes, mas aventureiro que se preza volta pro hotel como qualquer nativo voltaria pra casa: de ônibus.

Confesso que sou péssima pra direções e consigo me perder até mesmo se estiver com o mapa mundi na minha frente (que vergonha!) e obviamente eu não sabia em que sentido pegar o ônibus, só não fiquei mais envergonhada porque eu não era a única perdida, né Lúcia?! E fiquei menos apavorada porque sabia que Alexandre se garantia em termos de direcionamento… Ufa! Daqui a pouco lá vem o busão com um nome do bairro onde ficava nosso hotel, nada mais óbvio do que pegarmos esse, certo? Nos jogamos!

Aqui na minha city tem uma pessoa responsável pra pegar o dinheiro da passagem e entregar o bilhete, a única preocupação do passageiro é entregar o dinheiro, que  não precisa ser o valor exato, em moedas ou em cédulas, afinal, o cobrador é quem vai nos dar o troco, problema dele fazer as continhas, não nosso. A gente fica do lado de cá com cara de paisagem só esperando o troco, just it! Fica aqui o aviso, em Buenos Aires é um poquito diferente…

O busão de lá não tem cobrador e a passagem tem que ser paga em moedas e o valor exato. O negócio é assim: próximo ao motorista fica uma maquininha onde na parte de cima você coloca as moedinhas relativas ao valor da passagem e na parte de baixo tem um espaço por onde saem os bilhetinhos. E só lembrando que tem que ser o valor exato e as moedas tem que ser colocadas uma após a outra sem demora. A única coisa que sabíamos previamente era que a passagem era paga em moedas, o restante a gente aprendeu na prática e ainda com uma plateia (mico geral!).

Eu não tinha moedas, Alexandre e Lúcia tinham moedas que não correspondiam ao valor exato das três passagens e daí começou a saga. Alexandre pegou as moedas que ele tinha e colocou na maquininha, enquanto isso Lúcia estava tentando se equilibrar e contar as moedinhas dela, só que teria que ser colocadas todas as moedas de uma só vez, lembram?! Daqui a pouco as moedas de Alexandre desaparecem e nada do bilhete aparecer. Vendo o nosso desespero, uma mulher lá se levanta e com aquele espanhol que quase não entendo, explicou que as moedas tinham que ser colocadas juntas e apertou num botão lá fazendo com que as moedinhas aparecessem. Continuamos com cara de paisagem esperando que Lúcia terminasse a contagem. Depois de toda contabilidade feita, a surpresa: faltava 5 centavos.

E agora?! Descer do ônibus ou pedir que algum argentino piedoso nos emprestasse 5 centavos e depois pagaríamos via correio ou depósito em conta?! Em meio a odisseia, uma tiazinha argentina se levantou, abriu a bolsinha de moedas e salvou nossa pátria. Êba! Os bilhetinhos saíram e finalmente conseguimos ‘embarcar’ de forma digna. Só faltou as palmas da plateia, claro né, mico só presta com muita gente presenciando!

Passada a agonia, lá vamos nós procurar um assento vazio, quando passamos por duas figuras masculinas que se acabando de rir apontam para nós e dizem: “Brasileiros né?!”. Erick e Guilherme, dois brasileiros super simpáticos, estudantes de medicina que estavam fazendo intercâmbio na Argentina. Pois é, viram toda nossa aflição e ficaram de camarote achando a maior graça do mico alheio. Ahhh mas ainda os pego algum dia!…

Conseguimos chegar sãs e salvos ao nosso destino e mais uma vez fica a dica, só peque ônibus em Buenos Aires se você tiver o valor exato da passagem e em moedas por favor!

Um jantar valio$o


Lembram que escrevi sobre a facada que levamos no primeiro jantar né? Então, só pra deixar registrado, da um look na continha…

Pior do que pagar 144,00 pesos por dois bifes e uma porção de batatas fritas, foi pagar 42,00 pesos por uma ‘garrafita’ de água com gás. Absurdo! Fica aí a dica, corra do tal “Puerto del Carmen“, a menos que você queira gastar muito por um pouco que não vale mesmo a pena…

Depois encontramos um Subway e aí sim eu posso dizer que fui feliz, comidinha ótima, saudável, do jeitinho que eu gosto e por um precinho justo. Look na foto…


Por 23,00 pesos pude comer um sanduiche médio com recheios a minha escolha e um copo médio de refri de sabor a minha escolha também, e vai por mim, um sanduiche da Subway vale por um almoço numa boa. Olha só a nossa cara de felicidade…

Primeiro dia em Buenos Aires


Viajar é otimo, mas vamos combinar que as horas “perdidas” nos vôos e aeroportos deixam qualquer um com os nervos a flor da pele, isso somado a qualidade das aeronaves então… não precisa nem comentar. Fomos pela GOL, três horas de Recife para Guarulhos e outras duas horas e meia de Guarulhos para Buenos Aires. Os assentos eram duros, o espaço pequeno, o lanche uma vergonha e nem tinha aquela telinha com filminhos, musiquinhas e afins pra passar o tempo. Resumindo: um tédio. Dá só um look no lanchinho…

Ficamos hospedados no Hotel Waldorf e meu stress já começou logo nos primeiros minutos. Primeiro que o recepcionista não falava inglês e eu muito menos espanhol, já da pra imaginar a agonia de comunicação que foi né, segundo que no site do hotel dizia que a net era 0800, mas na verdade 0800 mesmo eram só 20 minutos, fora isso o hóspede tinha que pagar 10 pesos (uns R$ 5.00) por hora. Putzz aí é fogo né! Internet pra mim é como água e luz, já imaginou ter que pagar por fora a água e luz consumidos, mas tudo bem…

A localização do hotel era perfeita, dava pra ir a pé a muitos dos melhores pontos turisticos da cidade, mas fora isso não tinha nada de tão extraordinário, mas como eu só o usaria pra dormir e tomar café, então dava pra escapar… Look na fotinho…


Haviamos saído de Recife as 08h20 das manhã, agora já era noite e obviamente estávamos mudando de cor de fome, o que fazer? Procurar algum lugar pra comer, certo? A fome não nos deixou pesquisar por muito tempo e no terceiro ou quarto restaurante nós entramos. O menu dizia que uma refeição pra duas pessoas custava 70 pesos, pouco menos de R$ 35,00. Nos nossos cálculos um jantar para três não chegaria nem a 100 pesos, estava um valor legal. Nos jogamos!

O garçon era uma simpatia em pessoa, nos tratou tão bem que cogitamos até a possibilidade de jantarmos todos os dias la… Olha só nossa cara de satisfação…

Tudo estava as mil maravilhas, até que a conta chegou: mais de 200 pesos! Eu quase me ofereci para lavar os pratos. Da só um look nas fotinhas e me fala se isso aí valia os 200 pesos que pagamos…



Fica as dica, não se encante com o preço do menu, uma porção a mais, uns pãezinhos e umas garrafinhas de refri podem fazer toda diferença…

Depois disso saimos por Buenos Aires afora rindo do nosso proprio mico e pior ainda que cogitamos jantar todos os dias alí… Never more!

Atualizando o Diario de Bordo


Toda vez eu insisto que da pra conciliar viagem com blog atualizado, não importando se nas viagens anteriores não consegui fazer essa proeza, mas sempre estou aqui prometendo novidades em tempo real, e o resultado vocês já sabem: nunca cumpro a promessa na íntegra… Na penúltima viagem ainda conseguí tentar cumprir as promessas, mas nessa última a coisa foi feia, mas posso ao menos tentar me defender?

Primeiro que escrever requer tempo e numa viagem desse tipo geralmente só sobra a noite “livre”, afinal você não abriu mão de umas verdinhas na sua conta bancária pra ficar dentro de quatro paredes de um hotel com a cara pegada num computador, não é mesmo?! Segundo, quando dividimos o mesmo espaço com outras pessoas, temos que respeitar o espaço delas, correto? Já imaginou, a pessoa quer dormir e eu tô aqui com a tela do computador iluminando o quarto… sem contar que como minhas unhas estão quilométricas, não consigo digitar “no modo silencioso”, então já seria outro incômodo.

Além disso tem aquele outro detalhe bem chatinho que é quando as pessoas não respeitam nosso espaço e em nome da boa convivência a gente acaba abrindo mão das nossas vontades, por exemplo, quando só há uma tomada no quarto e a entrada da TV não é compatível com sua extensão e a outra pessoa não abre mão de assistir TV, mesmo que ela já tenha estado com ela ligada há um certo tempo e nem entenda muito bem o que está sendo falado… O que fazer? Chamar a pessoa de egoista e lembrar a ela que a tomada não é propriedade exclusiva ou contar até dez, morder a língua e em nome da boa convivência deixar pra atualizar o blog depois?!

Outra questão é que a propaganda do hotel não tinha nada a ver com a realidade, no site diziam que a net era gratuita, mas na verdade gratuito mesmo eram só 20 minutos, que na prática era menos, já que a net era lenta e a gente esperava muito tempo pra carregar as páginas. Tinhamos que pagar 10 pesos por cada hora usada, tudo bem que 10 pesos não chega nem a ser R$ 5.00, mas poxa, aqui na minha city eles cobram R$ 1.50 por hora, pagar três vezes mais era um absurdo.

Ano passado quando estive em Roma também passei por esse problema, mas consegui um “gato net”, algum desavisado deixou a rede sem senha e claro, me aproveitei da situação, até tentei fazer isso em Buenos Aires, mas deu errado, todas as redes tinham senha. Que maldade comigo! No final das contas acabei pagando, mas lembra que a net era lenta né, só deu mesmo pra postar umas poucas fotos e nada mais…

Então, consegui convencer da minha inocência? Mas prometo que vou contar tudinho a vocês, amanhã a gente começa…

Hasta la vista!

Buenos Aires: pontos turísticos e fotos


Bom, quero começar pelos pontos turísticos que visitamos, tenho umas fotinhas bem legais para compartilhar com vocês. Tiramos pouco mais de 1.700 fotos, logicamente não terei como mostrar todas elas, mas aí seguem algumas … Vamos lá?!

Recoleta

Vamos começar pelo bairro da Recoleta. Lá encontramos os Arcos da Recoleta e o cemitério mais lindo que já vi em toda minha vida. Nunca pensei que um cemitério faria parte de uma visita turística, mas lá estava eu passeando por entre os mausoléus e achando a coisa mais fantástica do mundo. A área tem 6 hectares onde se encontram uma ampla variedade de estilos arquitetônicos e a atração principal é a tumba de Eva Perón

Vamos as fotos?

Entrada do cemitério

Uma "esculturazinha" em um túmulo qualquer...


Outro túmulo...

Da pra acreditar que isso é um mausoleu?!

Túmulo de Evita Peron

Casa Rosada

Agora vamos para a famosa Casa Rosada, que nada mais é do que a sede da presidência da república argentina, e aqui vai uma informação bem interessante sobre a cor do prédio que é atribuída ao fato de na época de sua construção as tintas mais baratas serem feitas a base de sangue de vaca, tendo a cor rosada. Há também uma lenda que diz que a cor rosada é uma junção de vermelho e branco, cores-símbolo de dois partidos políticos. Seguem as fotinhas da casa durante o dia e a noite…

 

Delta do Tigre

Fizemos um passeio denominado “Delta do Tigre”. Metade do passeio foi feito num catamarã “chiquequérrimo” e outra metade fizemos de ônibus. Passamos por Tigre e San Izido…



El Caminito

El caminito fica localizado no bairro de La Boca, a porta de entrada de muitos imigrantes, principalmente da Europa em geral. Aqui nasceu os primeiros cortiços para atender essa demanda de novos moradores. As casinhas eram feitas de zinco e madeira pintadas com resto de tinta dos barcos, que sucedeu em uma diversidade incrível de cores. Exatamente onde fica a rua El Caminito passava os trilhos do trem.

 

Estadio La Bombonera

Fanáticos por futebol me desculpem, mas não vi a menor graça nesse estádio, a localização dele não é nada agradável, e ele em si não tem nada que se diga: “Ohhhh que obra arquitetônica maravilhosa”, parece mais uma construção em acabamento… Ahh e ainda é cobrado 25,00 pesos (pouco menos de R$ 12,00) somente pra entrar e tirar uma fotinha. Claro que não entrei né, tirei de fora mesmo…

Flor Floralis

É um escultura metálica presenteada a cidade pelo arquiteto argentino Eduardo Catalano. Ela está situada num parque de 4 hectares arborizados. A flor é feita de aço inoxidável, pesa 18 toneladas e tem 23 metros de altura. Ahh e sabe algo bem interessante nessa flor? Um sistema elétrico que abre automaticamente e fecha as pétalas, dependendo da hora do dia. Durante a noite a flor fecha e emana de seu interior um brilho vermelho e abre-se pela manhã. Este mesmo mecanismo que abre a flor, faz com que esta se fecha na presença de ventos fortes. Legal né?

 

Galerias Pacífico

Um shopping mall magnifico que ficava poucas quadras do hotel onde estávamos hospedados. Os preços lá não são dos melhores, mas a arquitetura é um espetáculo, mesmo não comprando nada, mas o passeio já vale a pena…

 



Obelisco

Monumento histórico da cidade de Buenos Aires. Foi erguido na Praça da República, em comemoração ao quarto centenário da fundação da cidade. Sua imauguração foi em 23 de maio 1936 e tem 67,5 m de altura.

 


Praça San Martin

Essa praça ficava próximo ao nosso hotel, nela encontramos duas coisas que merecem destaque: uma árvores com galhos e raizes GIGANTES e um cachorro ENORME. Acho que não seria exagero dizer que em pé o cachorro tinha uns dois metros de altura… O_o

Olha o tamanho desse cachorro!!

Isso é o "galhinho" da árvore...

Da só uma olhada no tronco...

E a raíz...

Voltei!



Sempre insisto que da pra conciliar viagem com blog atualizado, mas no final das contas acabo dando uma parada e deixando vocês na curiosidade, mas juro que não é proposital, sabe como que é né, no meio do caminho aparece pedras, pedras aparecem no meio do caminho e daí as novidades acabam não tendo condições de serem contadas em tempo real, mas antes tarde do que nunca e aqui estou com a língua, ou melhor, os dedos afiados para contar todos os detalhes, como havia prometido.

As novidades são muitas, as dicas também e pra que não fique um post muito longo, vou contando aos pouquinhos, combinado? Então tá, amanhã a gente começa…

Hasta la vista!

Chegando a Guarulhos


E aqui chegamos a Guarulhos. O vôo foi tranquilo, apesar de cansativo, o que normalmente leva duas horas e meia pra sair de Recife a Guarulhos, levou pouco mais de três horas, não me perguntem porque, mas aqui estamos…

Já não há vôos como antigamente, as poltronas são apertadíssimas, se eu estivesse com os 90 quilos, juro que não me caberia alí, mas escapei! E o que dizer do lanche? Uma bolacha sem graça e o cheiro de um suco de laranja, cheiro mesmo, porque a laranja passou longe…

Já cometí o primeiro pecado gastronomico: me agarrei com um cheese burger e tô com a consciencia doendo pelas calorias adquiridas. Jesuiiiiis fecha minha boca!!

Bom, agora é esperar a hora de pegar o próximo vôo e enfrentar mais trÊs horinhas até chegar a terra de los hermanos…

Fiquem com algumas fotos…

Hasta la vista!

Rumo a Buenos Aires!



E depois de tentar 968685 vezes, finalmente conseguí postar, quer dizer, ainda estou arriscada, mas com fé em Cristo chego ao final desse post… AMEM!! Minha net é “banda estreita” e essa semana foi festa aqui, pense num festival de cai-cai, mas enfim… sobreviví!

Ahh e depois de muita espera, finalmente chegou o grande dia, daqui a pouco estaremos embarcando rumo a Buenos Aires. Conseguí arrumar as malas, mas ainda tenho aquela estranha sensação de ter esquecido alguma coisa, e quem me dera um limite de bagagem maior, pra que eu pudesse levar a casa nas costas, mas…

Infelizmente não há vôo direto de Recife para Buenos Aires, então seremos obrigados a fazer uma visitinha a Guarulhos e lá ficaremos umas quatro horas até pegarmos o vôo para Argentina. Paulistanos me desculpem, mas ficar quatro horas no aeroporto de Guarulhos é deprimente, é tudo tão cinzento ao redor… Eu hein! A propósito, algum dos meus amigos virtuais mora perto do aeroporto? Essa poderia ser uma boa chance de sairmos do mundo virtual por algumas horas, que acham? Chego as 11h40 no voo G31977. Fica a dica!

É isso aí, e lembrem de folhear diariamente o diario aqui, que com certeza muita coisa legal está por vir…

Hasta la vista!