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[Dica da Semana] – Confiar


O enredo por trás do tema confiança, sugerido pelo título do filme, trata dos perigos oferecidos por pessoas que se conhecem na internet. Annie (Liana Liberato) já é uma adolescente e seu bom comportamento levou seus pais, Will e Lynn, a aceitarem a ideia de presenteá-la com um computador.

Amizades virtuais surgem e os personagens de Clive Owen e Catherine Keener continuam atentos às descobertas da filha. Inclusive, conversam sobre o assunto e veem as fotos de Charlie, um garoto de 16 anos com quem Annie passou a conversar.

No entanto, o ponto alto de Confiar, dirigido por David Schwimmer (famoso pelo personagem Ross no seriado Friends), se baseia no que Annie faz sem que seus pais tomem conhecimento. Ela se encontra com Charlie e o que acontece neste dia muda a vida da garota e de sua família definitivamente.

Fonte

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Nasceu Facebookson!


E quando eu penso já ter visto de tudo nesse mundo, dou de cara com esta matéria. Os pais, que se conheceram através do Facebook, tiveram a brilhante ideia de batizar o filho com o nome do site de relacionamento. Pode uma coisa dessas!? 

Tá bom, tá bom… Confesso que quando eu tiver um filho, penso em colocar nele o nome de “Kefren” (o Faraó da grande pirâmide), mas pelo menos Kefren foi nome de uma pessoa né e não de uma coisa…

Fiquei com pena do menino…

Olha a cara dos pais retardados...

Relacionamento Virtual: Sonhos e delírios


Recebí a seguinte mensagem:

“Ola meu nome é R***** e estou vivendo a pior fase da minha vida, por este motivo estou apelando para todos os lados, tenho fe em Deus que vou encontrar um anjo que possa me ajudar, vou contar um pouco do que esta acontecendo! Sou brasileira e me apaixonei por um homem do Egito, mas infelizmente pela vontade de Deus somos pobres e não temos condições de fazer esta viagem para nos casamos, só tem uma forma dele vir ao Brasil: se eu conseguir um contrato de trabalho para ele aqui. Mesmo assim esta muito difícil, por Deus se tem alguém que posso nos ajuda que faça isso! O nosso sofrimento aumenta cada dia mais em nome de Jesus nos ajude!!”

Já que a pessoa diz estar apelando pra todos os lados, penso que ela não se sentiria chateada em ter o pedido divulgado aqui no blog. Então, eu não posso ajudar com o contrato de emprego, mas resolví ajudar com algumas palavras…

Sempre que recebo algo desse tipo logo lembro da minha amiga Wally que frequentemente diz que não devemos dar conselhos, se estes não são pedidos, ela está pingando de razão, afinal, no auge da paixão a última coisa que é levada em consideração são conselhos, mas confesso que em certos casos a língua fica coçando e acabo expondo minha opinião, mesmo sabendo que na prática dificilmente a coisa vai mudar…

Eu também me apaixonei por um egípcio, conheço uma penca de mulheres que também se apaixonaram por outros egípcios e sei muito bem o que uma mulher apaixonada é capaz de fazer, mas infelizmente a vida não é colorida pra toda mulher que se apaixona por um egípcio, brasileiro, alemão, chinês ou whatever, e o numero das que quebram a cara por causa dessa louca paixão é bem maior do que o número daquelas que conseguem encontrar a felicidade que procuravam, então por maior que seja a paixão ou a purpurina do sonho, a realidade tem que ser levada em consideração.

O amor é lindo, mas ele não faz mágica e muito menos paga as contas, isso é fato e nem adianta achar que vai descer um anjo na carruagem de fogo pra mudar a situação, porque ele não vai. A pessoa da mensagem acima precisa que alguém arrume um contrato de trabalho para um estrangeiro aqui no Brasil, humm aí eu me pergunto: Ele fala português? Caso não fale português, será que as qualificações profissionais dele são capazes de garantir uma vaga em alguma multinacional? Ela mesma diz que ambos são pobres, então quem vai sustentar o começo de vida do egípcio, caso ele venha pro Brasil? Tá, ele supostamente viria com emprego garantido, mas será que o salario oferecido seria suficiente para todas as responsabilidades que ele, como chefe de familia, teria que arcar? Casamento, além de flores e estrelas brilhantes que enfeitam o céu, também é conta de água, luz, gás, telefone e tals pra pagar, e nem adianta chegar no banco cheio de amor pra dar que amor não paga as contas não…

Não, não quero destruir os sonhos das pessoas e muito menos matar as esperanças, minha única intenção é fazer com que as pessoas vejam que não da pra viver só de amor e de sonhos. Devemos sonhar sim, desde que esse sonho não atrapalhe o desenvolvimento lógico das diversas áreas da vida, e até mesmo nos sonhos, devemos usar um pouco de realidade, delírios nunca nos levarão a nada, e além disso, insistir em certos sonhos, é preparar a vida para futuros pesadelos…

Tempo perdido


Acesso meu e-mail e encontro algumas brazucas desesperadas. Elas namoram algum árabe que encontraram vagando por essa imensidão virtual, acharam meu blog nem sei como, descobriram que já fui casada com um egípcio que conhecí na net e agora querem conselhos a respeito de relacionamento a distancia. Eu não gosto de dar conselhos, principalmente quando estes tem a ver com questões pessoais, mas tudo bem, se a pessoa pede é porque está aberta para recebê-lo, e se de alguma forma eu posso ajudar…

Digamos que eu não sou a pessoa certa para dar conselhos a respeito de namoro virtual ou casamento de brasileiras com egípcios. Vocês que me acompanham desde o início devem lembrar que meu casamento com o egípcio não deu certo e a minha experiência como moradora no Egitão não foi das melhores. Depois de tudo isso eu passei a ver a vida de uma forma mais racional.

É possível encontrar a felicidade em um relacionamento virtual sim, é possível haver um bom casamento entre uma cristã e um muçulmano, é possível a brasileira ir morar no Egito e ser feliz, como da mesma forma é possível o egípcio vir pra nossa terra e crescer na vida, mas as coisas não acontecem de forma tão simples assim, o caminho para essa felicidade é longo, o processo é as vezes doloroso e pode acontecer de uma das partes não estar preparada para isso.

E daí que me aparece aquelas brazucas apaixonadas que vão largar tudo pra casar com o “bonito da pirâmide”, os e-mails vem carregados de florzinhas purpurinadas e borboletas brilhantes pra todos os lados, ela diz que ele é perfeito e que ela o ama, e aqui estou eu com aquela cara de ‘já ví esse filme antes’. Ela vai casar com ele, mas ela sabe muito pouco da vida do cara, do Egito ela só conhece as histórias faraônicas que a gente aprende no Ensino Fundamental, e o pior de tudo, não sabe quase nada de como funciona a vida em um país onde quem manda é a religião. É, mas vai largar tudo e se mandar pra casar com ele…

E daí que eu perco um tempo desgraçado contando a minha experiência, que não foi nada boa, mas claro que minha vida não é regra pra ninguém, então, conto experiências que deram certo, mas a vida dos outros também não é modelo pra ninguém, então tento mostrar como que é a realidade de vida no Egitão, como que são as regras do bom viver no mundo muçulmano, como que é o temperamento da maioria dos homens árabes, a realidade econômina do país, o que ela tem que abrir mão caso queira ver o marido e a sociedade egípcia com um sorrisão nas orelhas… sei que no final das contas fico quase com calo nos dedos, envio o e-mail e fico aqui com cara de paisagem esperando a resposta que nunca vem…

Sabe porque muita gente quebra a cara na vida?! Porque escolhe enxergar apenas aquilo que quer enxergar. A brazucada apaixonada quer ouvir que uma estrangeira que casa com um egipcio é a mulher mais sortuda da face da Terra, que ela vai ter um palácio faraônico a beira do Rio Nilo e um escravo para fazer todos os serviços que ela deveria fazer, se ela vivesse aqui no Brasil. Porque vocês sabem né, o homem egípcio é diferente de qualquer outro homem desse planeta, casamento com eles é garantia de felicidade eterna. Não importa as diferenças culturais, ela vai pro Egitão e lá ela pode se comportar exatamente como ela se comporta aqui no Brasil, e se o egipcio vier pra cá também, afinal, o homem egípcio é uma reencarnação de Amon-Rá e por isso ele é respeitado onde quer que vá…

Ai gente, eu tô de saco cheio, sabia?! Não é que eu não acredite em felicidade entre brasileiras e egípcios, é claro que essa felicidade é possível, mas o fato é que em um relacionamento desses há detalhes que devem ser analisados de forma cuidadosa, o amor é lindo mas o dia a dia nem sempre é colorido, aí depois a gente tem que escutar comentários do tipo: “Ahhh se eu soubesse que seria assim…”. Aí da vontade de dizer: “Ahhh eu bem que tentei avisar…”

A brazucada e os casamentos virtuais


Esses dias eu estava cá com meus botões pensando nos inúmeros casos que conheço de relacionamento amoroso entre egípcios e estrangeiras, e vou contar a vocês, é incrível perceber como na maioria dos casos é sempre a mulher que tem que abrir mão das coisas, seja do seu conforto, seja da sua liberdade, seja da sua religião, seja até mesmo das economias conseguidas a custo de muito suor. Vocês conhecem a comunidade EGITO – DO NILO AO DESERTO? Não?! Então clica aqui e faz uma visitinha, garanto que não vão se arrepender.

Então, o pessoal lá na comunidade estava comentando sobre esses relacionamentos e surgiu esse comentario: “Porque tem tanto egípcio na internet procurando casamento?”, e logo eu lembrei dos pensamentos que eu estava compartilhando com meus botões. Porque é que a mulherada tem sempre que se sacrificar? Se o egípcio vai casar com uma egípcia, ele tem que dar apartamento do jeito que ela quer, tem que bancar do bom e do melhor e ainda tem aquela paradinha do dote, aí o egípcio encontra uma brasileira carente vagando por essa imensidão virtual, diz um ‘I love you’ aqui, um ‘bahebak’ alí e pronto, o casamento já está marcado, e daí a brasileira faz das tripas coração pra comprar a passagem pra ir pro Egitão conhecer o phophis e pior que isso, ela já vai certinha pra casar com ele, não sabe nem se vai se adaptar a cultura local, se o cara ronca ou tem mau hálito, o amor é lindo e ponto final.

Vocês tem noção do tamanho do risco?! Se tudo der certo, graças a Deus, mas e se não der?! O egípcio estará no conforto da sua pátria, e quanto a brasileira? Ela estará longe de tudo que lhe é familiar e agora com a dificil tarefa de voltar pra casa pra reconstruir a vida. A mulher abre mão da sua propria religião, conheço casos de mulheres, inclusive esta que vos escreve, que abriram mão até do seu conforto financeiro, e tudo em nome de um grande “amor”…  Aiii gente, até onde isso vale a pena?!  Não é que eu duvide da possibilidade de felicidade conjulgal por essas vias, mas depois de passar por certas situações, a gente chega a conclusão que prevenir ainda é a melhor opção. Poxa, se a mulher pode se sacrificar pra conhecer o bonitão da pirâmide, porque eles também não podem fazer uma forcinha, tirar a poupança da cadeira, pegar um vôo e vir aqui no Brasil conhecer a brasileira? Porque só ela que tem que se arriscar?

E o que mais me deixa de cabelos em pé em tudo isso é quando encontro alguma doida varrida corajosa que larga tudo aqui pra casar com o bonitão da pirâmide que financeiramente muito mal consegue manter a si mesmo, e pior ainda é quando ela já vai certinha de casar pra tentar trazer o cara pra tentar a vida aqui no Brasil. Tudo bem que o amor é lindo, mas é bom lembrar que ele não paga as contas…

☆ O perigo dos relacionamentos virtuais ☆


Ainda não contei detalhes aqui, mas eu conhecí o falecido pela internet e me mandei pro Egitão já certa de casar com ele, tendo o mínimo de conhecimento dele e da cultura egípcia que lá me esperava. Graças a Deus que ele e a família eram pessoas de bem e a separação não teve nada a ver com a cultura, religião ou qualquer outra coisa do genero, e que apesar de tudo, tive meus dias de Nefertite lá no Egitão e hoje aqui estou sã e salva tocando a vida pra frente sem sequela nenhuma, mas tem outras pessoas que não tem a mesma sorte e embarcam numa aventura bem perigosa e na ânsia de encontrar a felicidade, encontram mesmo é problemas. Lá estava eu dando uma lida nos meus blogs favoritos, quando dou de cara com essa postagem aqui. A brazuca apaixonada se manda pra India jurando que tinha encontrado o amor da vida dela e por muito pouco não volta pro Brasil dentro de um caixão. Exagero?! Clica no link e confere todos os detalhes…

Vou ser sincera à vocês, agora eu tenho tanto medo de relacionamento virtual que quando ouço alguma brazuca apaixonada fazer comentarios que está indo pro outro lado do mundo em busca do grande amor, me da calafrios e vontade de implorar que ela não faça isso. Não é porque comigo deu errado, que tem que dar com todas as outras pessoas, não é porque com essa moça que foi pra India deu errado que tem que dar com todas as outras, mas a questão é que a probabilidade de dar errado é bem maior que a probabilidade de dar certo e daí que vem o medo. Um dia desses eu tive a curiosidade de enumerar todos os casos de relacionamento virtual Brasil/Egito que eu conhecia e dava pra contar nos dedos de uma só mão, os casos que deram certo. Relacionamentos convencionais também dão errado, e aí estão as estatísticas para comprovar, mas pelo menos nesses casos as pessoas estão em seus países, falando a mesma lingua, vivendo na mesma cultura e o melhor de tudo, perto das suas familias, se der um grito, a ajuda já estará alí. Estando em outro país, em caso de apuros, muito pouco pode ser feito…

Claro que a felicidade pode estar lá do outro lado da tela do computador, tem tantos casos que deram certo, mas ninguém vem com selo de garantia na testa e por isso que não vale a pena se arriscar tanto. Se as brazucas podem fazer das tripas coração para encontrar o “amor” lá do outro lado do mundo, porque eles não podem fazer o mesmo esforço para vir até aqui ao Brasil conhecê-las?! Se elas podem ir para o país deles e trabalhar pra ganhar a vida, porque eles não podem vir pra cá e fazer o mesmo?! Porque a maioria dos casos desses casamentos virtuais, o homem vive uma vida bem simples, financeiramente falando, então se é pra começar do zero, não vai fazer diferença de aqui ou lá, se é pra morar na casa dos sogros, não vai fazer diferença se aqui ou lá, mas não, sempre é a mulher que se sacrifica, sempre é a mulher que renuncia, enquanto o homem está lá no conforto da sua cultura só assistindo tudo de camarote, tudo isso porque a mulher do nosso século ainda sonha com o principe encantado, e como no mundo real este principe parece que não existe mais, ela se lança na busca inconsequente por essa imensidão virtual, e o pior é quando ela  percebe que no mundo virtual a realidade é igualzinha a do mundo real… As apaixonadas que me desculpem, mas a mulherada precisa pensar mais com a razão!